Saiba tudo sobre Equipamentos de Proteção Individual (EPI)

1083 11/05/2022

Saiba tudo sobre Equipamentos de Proteção Individual (EPI)

Certamente, alguma vez na vida você já ouviu falar sobre Equipamentos de Proteção Individual. São dispositivos que desempenham um papel essencial na segurança do colaborador. Ou seja, são ótimos aliados na garantia da saúde laboral tanto para a empresa quanto para o funcionário.
Trabalhadores que atuam em atividades de risco, especialmente as manuais, precisam fazer o uso desses acessórios. A indústria, setor que emprega 9 milhões de brasileiros, é um dos que mais utilizam Equipamentos de Proteção Individual.
Por outro lado, é comum profissionais ou gestores ter dúvidas sobre o assunto. Neste artigo, você vai tirar as principais dúvidas sobre EPIs. Acompanhe:

 

O que são Equipamentos de Proteção Individual (EPI)

 

 

Ainda que sejam associados à segurança, os Equipamentos de Proteção Individual são itens básicos que garantem não só a saúde laboral do funcionário, mas da empresa inteira. 
Durante o dia a dia, o trabalhador enfrenta atividades que os colocam em risco e comprometem sua integridade física. É nesse cenário que esses acessórios se tornam essenciais. 
Aliás, não são apenas riscos que justificam a utilização de Equipamentos de Proteção Individual, como a exposição a fatores que podem causar riscos à saúde, como agentes químicos, biológicos e mecânicos.

 


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Equipamentos de Proteção… O quê?

 

Os Equipamentos de Proteção Individual são dispositivos que auxiliam na segurança do trabalho, porém a discussão sobre o assunto é recente. Na Europa, a preocupação com a saúde do trabalhador surgiu a partir da Revolução Industrial, quando a mecanização do trabalho, aliado ao excesso de horas de produção agravam a quantidade de funcionários com doenças relacionadas a sua função, multiplicando, assim, os acidentes ocorridos nas fábricas.  
Em 1919, durante a Conferência de Paz, criou-se a Organização Mundial do Trabalho, fundada no princípio de paz universal e justiça social. 
Já no Brasil, em 1930 nasce o Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, órgão do Governo que passaria a fiscalizar demandas de ordem trabalhistas, que antes estavam sob a responsabilidade do Ministério da Agricultura. 
Pouco avanço foi feito: nos anos 60, os conceitos de saúde laboral passaram a ser mais evidentes, enquanto nos anos 70, o Brasil alcança a liderança entre os países campeões em acidentes de trabalho.
Com uma imagem desgastada no cenário internacional, se inicia uma ampla legislação voltada para a prevenção de acidentes de trabalho. Apenas em 1978 que o Ministério do Trabalho e Emprego aprova as Normas Regulamentadoras.

 

Equipamentos de Proteção Individual e a Legislação

 

A NR 6 é o primeiro documento que aborda Equipamentos de Proteção Individual, definindo-os como dispositivos de uso individual que mantêm a segurança do trabalhador. Ainda de acordo com o ofício, os materiais estão divididos em oito categorias:

 

  • Corpo: aqui estão incluídos os macacões e vestimentas que tem por objetivo proteger o corpo do trabalhador;
  • Cabeça: aqui incluem-se os capacetes, balaclavas e capuz;
  • Face e olhos: estão inclusos óculos, máscaras, máscaras de solda e protetor facial.
  • Ouvidos: estão inclusos protetores auditivos;
  • Tronco: incluem-se  vestimentas contra riscos mecânicos, térmicos, químicos e radioativos, como coletes à prova de balas.
  • Membros inferiores: incluem-se luvas, mangas de proteção, cremes protetores e dedeiras;
  • Membros superiores: incluem-se calças, sapatos , meias e perneiras;
  • Pulmões: tais como respiradores e respiradores de adução; 
  • Quedas: Aqui estão incluídos equipamentos para trabalhos em altura, como cinturões de segurança.

 

A NR 17, conhecida como norma da ergonomia, é quem define regras que proporcionam, pelo menos, o mínimo de conforto ao colaborador de instituições. 
A legislação foi atualizada em 2022 e traz novas diretrizes, como a necessidade da realização da Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP), bem como acrescenta que se dê preferência a equipamentos que facilitem o transporte e levantamento de cargas.
Além disso, também recomenda que se evite a rotação do tronco ou articulações do trabalhador.

 

Leia maisSegurança no trabalho: quais os equipamentos necessários para cada profissão

 

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