Curiosidades

O uso de um compressor com certeza é indispensável dentro de uma oficina, funilaria, serralheria e borracharia, pois facilitam e agilizam alguns serviços que são realizados nestes lugares.

Os compressores servem para gerar e armazenar ar comprimido a partir de movimentos mecânicos produzidos por energia elétrica ou motores a gasolina e diesel. Eles podem ser utilizados em diversas situações, como em pistolas de pintura e para enchimento de pneus. Podem ser para uso doméstico, uso profissional ou grandes pinturas em indústrias, pinturas em paredes, artesanatos e ferrugens.


Em geral, os compressores podem ser de 1 ou 2 estágios. Quando de 1 estágio, os cilindros que fazem a aspiração também fazem a compressão do ar e possuem diâmetros iguais. Já os de 2 estágios, tem dois cilindros que realizam diferentes tarefas os cilindros de maior diâmetro (com filtro de ar), fazem a aspiração e os cilindros de menor diâmetro (sem filtro), fazem a compressão do ar para dentro do vaso.

Os compressores de pistão podem ser classificados em 3 linhas de pressão:
Baixa pressão - máxima de 120 libras e mínima de 80 libras;
Média pressão - máxima de 140 libras e mínima de 100 libras;
Alta pressão - máxima de 175 libras e mínima de 125 libras.

Para facilitar o entendimento sobre os compressores, é importante saber o significado de algumas nomenclaturas, como:
PCM = Pés cúbicos por minuto (Pés³ ou PCM) que é o deslocamento teórico do ar por minuto para dentro do vaso de pressão através do bloco, exercendo a pressão requerida.
Libras ou PSI é a pressão da saída de ar do bloco compressor para dentro do reservatório.

Precisamos entender também algumas equivalências de pressão e deslocamento de ar PSI, LIBRAS, KGF e BAR são utilizados para dizer a mesma coisa e significam pressão.
Por exemplo: 1 PSI = 1 libra (lbf/pol2) 1 kgf/cm2 = 14.223 libras – Ex 175 lb = 12kg teóricos | 140 lb = 9,4kg | 120 lb = 8kg 1 Bar = 14.51 libras 1 PCM = 28,316 lts. de ar por minuto (deslocam. Teórico) para dentro do vaso.

Mas afinal, o que são compressores e ferramentas pneumática intermitente?

Compressor e ferramentas pneumática de uso intermitente: são máquinas que no uso de suas funções, vão sofrendo paradas devido ao sistema no qual as mesmas são aplicadas.

Compressor intermitente: existe um instrumento chamado “pressostato”, que exerce a função de ligar e desligar o motor quando o compressor atinge a pressão máxima ou a mínima de trabalho.

Compressor de uso contínuo: existe uma “válvula contínua”, chamada também de “canhão”, que evita o desarme do compressor quando está carregado na pressão máxima. O compressor libera a sobra de ar pela válvula, evitando o liga e desliga e ainda, partidas do motor, economizando energia e evitando desgaste do equipamento.
Com isso, fica claro que, quando compramos um compressor é importante dimensionar o uso correto. Desta forma, você terá o rendimento ideal quando estiver realizando qualquer tipo de serviço.

Vamos entender como calcular?

Para dimensionar a quantidade de pés ideal para um determinado uso (caso você utilize mais de um equipamento ao mesmo tempo), é preciso fazer o seguinte cálculo:

Soma os PCM (Consumo de ar pneumático) ÷ 2 (intermitência) ÷ 0,75 (eficiência) = Resultado

Exemplo 1 Propulsora pneumática (8 pcm) + 1 Retífica pneumática 3/8” (14 pcm) + 1 Elevador lava auto 7 ton (12 pcm) + 1 Calibrador de pneu (2 pcm) + 1 Bico para pulverizar (10 pcm) + 1 Pistola de alta pressão (12 pcm) =  Total  58 pcm 

58 ÷ 2 = 29 ÷ 0,75 = 38 pcm

Neste caso, o indicado é utilizar um compressor de 40 pés.

Lembre-se: é muito importante que, sempre seja utilizado uma chave de partida magnética entre o equipamento e a ligação direta. Isso irá garantir que o compressor não queime, caso ocorra alguma alteração na corrente elétrica.   

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Compressor de ar direto
Compressores de ar até 10 pés

Compressores de ar até 20 pés
Compressores de ar até 60 pés

Entre os vários serviços realizados em um auto center, para a manutenção automotiva, um deles é o serviço de cambagem.

A cambagem nada mais é do que o ângulo medido na roda em relação à sua inclinação vertical. Dependendo do veículo, este ângulo pode variar em vários graus e por isso, é importante que este ângulo tenha o valor especificado pelo fabricante do veículo e deve ser sempre igual nas duas rodas dianteiras. Este ângulo tem o objetivo de compensar os esforços laterais que ocorrem na roda durante a curva, melhorando a estabilidade do veículo. Podemos entender melhor este ângulo, verificando a ilustração abaixo Cambagem Cambagem positiva quando os pneus estão voltados para dentro do carro; Cambagem negativa quando os pneus estão voltados para fora do carro; Cambagem nula quando os pneus fazem um ângulo reto. Quando olhamos a parte da frente de um veículo, é possível verificar esse ângulo e o ideal é que os pneus estejam o mais perto possível do ângulo reto, ou seja, de 90°, pois um lado nunca pode estar mais inclinado que o outro. Por tanto, o objetivo da cambagem é distribuir o peso do carro sobre a banda de rodagem. Isso evitará que a vida útil do pneu diminua, bem como alterações indesejáveis a direção, que podem ser perigosas para o motorista. Por exemplo, uma cambagem positiva deixa a direção mais leve e solta, como se o carro dançasse, pois elas estão voltadas para fora, diminuindo assim o desgaste dos pneus. Atualmente, a grande maioria dos veículos não possuem regulagem de cambagem e existem carros por aí que estão fora dos padrões de fábrica. Nesses casos, os profissionais de mecânica devem utilizar as ferramentas hidráulicas para desentortar a peça, tomando sempre o cuidado para não forçar os rolamentos de roda ou estruturas maciças dos amortecedores. Para isso, existem ferramentas especiais que auxiliam neste processo, como os kits para desempanar rodas da Hidraucar, disponível em nossa loja Kit Dianteiro Automotivo para Desempenar Rodas 0-10D – Hidraucar   Quando fazer a cambagem de um veículo? Quando o veículo transita por vias com muitos buracos, às vezes é inevitável cair em um deles, causando fortes pancadas e, é aí que essas alterações no ângulo acontecem. Além disso, essas alterações podem ocorrer também devido ao abuso de peso e ainda, por molas defeituosas e desgaste de componentes que podem ser substituídos rapidamente para que o ângulo de câmber volte ao indicado pelo fabricante. É recomendável sempre verificar a situação do câmber junto com o alinhamento e o balanceamento, em média a cada 10 mil quilômetros. Desta forma, é possível garantir que veículo saia da manutenção perfeitamente regulado. É importante também, sempre observar o comportamento do carro, por exemplo, ao estado das molas, pois se estiverem “cansadas” a suspensão irá trabalhar de forma irregular.   Acompanhe este vídeo do nosso canal no Youtube e entenda como é feito este serviço, utilizando o kit para desempenar rodas [embed]https://youtu.be/02PhQSCS0RU[/embed]   Motorista, fique sempre atento a estas variações em seu veículo e profissionais mecânicos, estejam sempre prontos para estas situações. Assim, com certeza os veículos seguiram pelas ruas com muito mais segurança.   Você gostou deste artigo, comente aqui embaixo! ????

Calibrar um pneu é uma situação bem comum na vida dos motoristas. É uma ação tão simples que muitas vezes só lembramos de fazer isso na hora de pegar a estrada para uma viagem.  Mas, é importante lembrar que calibrar o pneu regularmente, garante segurança ao veículo, conforto aos passageiros e ainda reduz o consumo de combustível. Quando rodamos com os pneus murchos, o motor precisa fazer mais força para movimentar o veículo e, consequentemente, gastará em torno de 20% a mais de combustível. Além disso, a baixa ou a alta calibragem, causa uma distância de frenagem superior em relação ao veículo da frente e também no risco de aquaplanagem, pois alteram a estabilidade e a aderência ao solo. Contudo, se os pneus estiverem cheios de mais, haverá mais desgaste no centro e, com eles vazios, as laterais serão mais afetadas, diminuindo a vida útil deste item. Calibragem de peneu Qual a calibragem correta? Muitas vezes não temos certeza sobre quantas libras é o ideal para o nosso veículo e ainda, quando levamos o automóvel até o posto, ou local que tenha um equipamento de calibragem, é comum o funcionário perguntar se queremos 28 ou 30 libras. Porém, apesar da experiência destes profissionais, nunca encha os pneus sem antes conferir a regulagem indicada pelo fabricante, que você pode confirmar no manual do seu veículo. A calibragem pode variar dependendo do aro que está sendo usado ou até mesmo o peso colocado no veículo.   Com que frequência preciso calibrar? Mais do que um tempo certo, é importante ficar de olho no pneu. Caso perceba que ele está com aspecto de murcho, é necessário que seja calibrado imediatamente. No entanto, nem sempre essa necessidade será visível, e por isso, é preciso que a calibragem tenha periodicidade. Para manter o seu pneu em dia, o indicado é realizar a calibragem toda semana ou em até 15 dias. Uma outra dica importante é tentar fazer o enchimento com os pneus ainda frios, que tenham rodado no máximo 3 quilômetros até chegar ao local da calibragem.   Onde calibrar? É possível encontrar aparelhos de calibragem em postos de combustíveis, em oficinas especializadas e em lojas de venda de pneus. Por estarem espalhados por toda a cidade, os postos de combustíveis são mais comuns, mas em oficinas e lojas, os equipamentos costumam ser mais confiáveis, pois tem uma regulagem mais precisa e são ajustados com mais frequência. No entanto, em qualquer um desses locais, será possível contar com a ajuda de profissionais que serão capazes de auxiliar no manuseio do equipamento. Calibragem de pneu Nitrogênio ou Ar Comprimido? Já é possível encontrar essas duas opções disponíveis por aí, porém o ar comprimido ainda é bem mais comum. Diferente do ar comprimido que expande e contrai facilmente de acordo com a temperatura atingida, o nitrogênio é capaz de manter a pressão do pneu constante por muito mais tempo.  Além disso, com o gás nitrogênio, o pneu sofre menos desgaste e como consequência, a revisão da regulagem pode ser feita com periodicidade mais espaçada. Em alguns casos, como por exemplo em corridas, o nitrogênio é indispensável, já que melhora a performance e o desempenho do automóvel. Caso o pneu já esteja com ar comprimido ou nitrogênio e o motorista queira fazer a substituição, é necessário esvaziar totalmente o pneu, tomado cuidado para não estragar as laterais devido ao peso do veículo. Lembre-se nunca o ar comprimido e o nitrogênio devem ser misturados.   Quem lembra de calibrar o estepe? Não temos como prever quando um pneu irá furar, mas isso pode acontecer a qualquer hora. Neste caso, precisamos usar o estepe do carro e ele deve estar em perfeitas condições de uso. Por isso, o estepe também deve ser calibrado semanalmente ou a cada 15 dias, sempre com uma ou duas libras a mais do que o indicado, pois parado no porta-malas ele pode esvaziar mais facilmente.   Curiosidades Para entender as supostas diferenças de leitura e pressão, é preciso saber como funciona um calibrador digital. Nos calibradores comuns, a mangueira não fica com pressão, por uma questão de segurança. Há apenas um diafragma no interior do aparelho que abre e fecha, permitindo ou não a passagem de ar. Quando em desuso, a pressão interna se equivale a externa, ou seja zero. Quando colocamos o bico da mangueira na válvula do pneu, o ar interno sai do pneu para a mangueira, que então fica pressurizada. A leitura dessa pressão é feita no aparelho, comparando a pressão programada com a da mangueira. Quando fica constatada uma pressão menor na mangueira, o ar passa através do diafragma para o interior do pneu. Mas, se a pressão na mangueira for maior, o ar não passa e o aparelho libera ar, aí então a pressão no pneu baixa. E se a pressão do pneu está baixa, cabe ao calibrador equalizar até atingir o nível programado, fazendo com que o aparelho emita um sinal sonoro confirmado que a pressão de ambos, mangueira e pneu são as mesmas. Calibragem de pneu Por fim, é bom lembrar que os pneus devem ser entendidos como itens de segurança e por isso, precisam ser revisados constantemente. Desta forma, você irá proteger seu carro e as pessoas que ele transportar.   Você gostou do nosso artigo? Não deixe de comentar este post!   CLIQUE AQUI e descubra as nossas opções de Calibradores!

Se você precisa ou está pensando em comprar um gerador, é importante saber que o tamanho e a capacidade dele precisam ser compatíveis com a sua necessidade. Caso contrário, isso poderá interferir no resultado final do fornecimento de energia. Por exemplo, um gerador pequeno, talvez não forneça potência suficiente para a sua demanda ou então, um gerador maior que o tamanho necessário, trabalhando subdimensionado, pode sofrer danos e ainda gerar gasto desnecessário de combustível. Por isso, fazer o dimensionamento do gerador, de forma correta, é fundamental para que se tenha um melhor rendimento e melhor durabilidade do gerador. Contudo, antes da aquisição do equipamento adequado, alguns fatores devem ser considerados
  • Qual o tipo de carga? (Iluminação, motores de indução, fornos, canteiro de obras, retificadores de corrente, equipamentos de telecomunicações ou outros);
  • Quais as características do local? (Temperatura ambiente dominante e altitude);
  • Qual o regime de operação? (O grupo gerador é a única fonte de energia elétrica? É reserva da rede local ou de outro grupo gerador? Quantas horas de operação por dia?);
  • Quanto tempo os consumidores podem ficar desligados?
A partir das necessidades definidas, é hora de calcular a potência do grupo gerador, vamos entender?   Dimensionando Gerador Para escolher o gerador ideal é preciso efetuar a soma das potências de todos os consumidores. Para grupos geradores de emergência, devemos fazer distinção entre consumidores essenciais e consumidores não essenciais. Isto pode ser fundamental na escolha de um grupo gerador, visto que nesta condição nem todos os consumidores precisarão funcionar, podendo assim ser indicado um gerador de menor porte.   Fator de Potência O fator de potência (cos ⱷ) indica a relação entre a potência ativa e a potência aparente. Para obter a potência ativa (kW), é necessário multiplicar a potência aparente (KVA) pelo fator de potência (cos ⱷ). Então, utiliza-se FP= 1 para geradores monofásicos e FP= 0,8 para geradores trifásicos. Além da potência dos consumidores, que é uma das informações que precisamos para o dimensionamento, outros fatores são importantes para o dimensionamento correto, vejamos   Partida de Motores de Indução Ao dimensionar o grupo gerador, também é preciso observar se os motores elétricos trifásicos de maior porte são ligados diretamente (partida direta) ou se ligados por meio de dispositivos auxiliares de partida, como chave estrela/triângulo ou compensadora por autotransformador (partida com tensão reduzida). Em caso de partida direta, a corrente de partida poderá superar em até 6 ou mais vezes a corrente nominal, dependendo da construção adotada. Neste caso o alternador pode estar sujeito a uma carga de corrente tão elevada que a tensão atingirá a ruptura. Como consequência disto, os contactores, disjuntores e relés que compõem o sistema deixam de funcionar e o suprimento de energia é interrompido. Para se obter o pico de partida de um motor de indução, deve ser feita a leitura da placa do motor, onde na mesma estará todas as informações a qual é necessário para se efetuar o dimensionamento, dentre elas as principais são In Corrente nominal; CV Potência mecânica do motor em CV. É a potência que o motor pode fornecer, dentro de suas características nominais; Ip/In Relação entre as correntes de partida e nominal; V= Tensão Nominal. Deste modo o pico é calculado pela multiplicação de Ip/In e In, obtendo-se o pico máximo que o motor pode atingir e não o que ele realmente está atingindo, pois o mesmo pode estar sendo utilizado apenas parte de sua potência total. Para uma informação precisa do real consumo, deve ser efetuada a medição de consumo da intensidade de corrente, ou seja, quantos Amperes está sendo consumido no momento do pico de partida (medição que pode ser realizada com alicate amperímetro).   Para que possamos entender com clareza, vamos ao seguinte exemplo Gerador para motor trifásico 3 CV 220V 60Hz, In=5.84 A e Ip/In= 5, com partida direta. Como vimos anteriormente, devemos dimensionar sempre para o pior caso, ou seja, se não temos a medida real de consumo, podemos efetuar o cálculo através da multiplicação Ip= 5.84 X 4,5 = Ip= 27 A Logo, neste exemplo, teremos um pico de partida de 27 A e por isso, devemos dimensionar um gerador que forneça uma corrente maior que 27 A.   Gostou desse artigo? Deixe aqui o seu comentário e nos ajude a aprimorar o nosso Blog! Acesse nosso site em https://goo.gl/fowRMF e conheça os nossos geradores de energia! E bom trabalho a todos! ;) Gerador Toyama Gerador Toyama Gerador Toyama

O dia da indústria, comemorado no dia 25 de maio, foi criado em homenagem a Roberto Simonsen. Figura importante no setor, Simonsen desempenhou um papel essencial na história na esfera industrial entre os anos de 30 e 40. Engenheiro, administrador, professor, historiador e político, além de membro da Academia Brasileira de Letras, Simonsen sempre trabalhou a favor da indústria e contribuiu com a criação do Centro das Indústrias de São Paulo (Ciesp), o Serviço Social da Indústria (Sesi), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e Escola Livre de Sociologia e Política. [caption id="attachment_3282" align="aligncenter" width="720"]Roberto Simonsen, Presidente da FIESP e membro da Academia Paulista de Letras. Na ocasião estão presentes, entre outros Guilherme de Andrade e Almeida (no canto inferior esquerdo), membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia Paulista de Letras e Francisco das Chagas Rodrigues (de terno escuro), bacharelando da Faculdade de Direito da USP Roberto Simonsen, Presidente da FIESP e membro da Academia Paulista de Letras. Na ocasião estão presentes, entre outros Guilherme de Andrade e Almeida (no canto inferior esquerdo), membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia Paulista de Letras e Francisco das Chagas Rodrigues (de terno escuro), bacharelando da Faculdade de Direito da USP.[/caption]   Industria no Brasil Desde a Revolução Industrial, a indústria tem sido fundamental para o desenvolvimento do país, gerando empregos, contribuindo para o crescimento econômico e tecnológico. Independentemente de seu setor de atuação, as indústrias possuem um papel muito importante, pois é a partir delas que conseguimos ter maior autossuficiência de produtos, sem depender de outros países para obtê-los. Além disso, aumentamos a possibilidade de exportação e elevamos o consumo de mercadorias nacionais. O Brasil atualmente é um dos maiores exportadores de petróleo, café, soja, alumínio e outros e com isso, é impossível imaginar o mundo como é hoje sem a contribuição da indústria. O Dia da Indústria é celebrado regionalmente em todas as Federações de Indústria e sindicatos. E pode ser visto como um momento para promover o debate entre a indústria e a sociedade sobre o desenvolvimento do país. Nós da Ferramentas Kennedy temos a honra de ser parceira das indústrias fornecendo ferramentas e máquinas para o setor e por isso, desejamos a todos os industriais um Feliz Dia da Indústria!!!

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