Curiosidades

Não tem nada mais desagradável do que queimar o chuveiro durante o banho no inverno


Se você nunca passou por essa situação, saiba que ela é extremamente desagradável. Depois de um dia de trabalho, tudo que você mais quer é tomar um banho quente, se agasalhar e se proteger do frio, não é mesmo? Porém, quando o chuveiro resolve queimar, ainda mais no inverno, a dor de cabeça é grande.

 

Mas você sabe por que o chuveiro queima? 


O primeiro passo é entender que o sistema desse tipo de chuveiro, o elétrico, funciona através da resistência dele. Ou seja, uma peça metálica que fica no interior do chuveiro, que é responsável por aquecer a água da ducha. Quando ela queima, não há nada que faça a água esquentar.

Para entender melhor, a resistência funciona como um tipo de curto-circuito controlado. No lugar desse curto circuito queimar o aparelho, a resistência que está em contato com a água absorve a energia, transformando-a em calor. Enquanto aquece a água, ao mesmo tempo esfria a resistência.

É muito normal também que, quando não há água no chuveiro a resistência também queime. Como assim? Quando a resistência do chuveiro aquece sem o contato com a água, não há nada para absorver a energia térmica gerada e, por isso, é inevitável que ela queime, podendo se romper e, até mesmo, pegar fogo.
 

O que o inverno tem a ver com isso?


Como falamos, é normal que a resistência do chuveiro queime por não estar totalmente imersa na água. Entretanto existem outros fatores que facilitam ainda mais esse problema!

No inverno, as baixas temperaturas levam as pessoas a diminuir o fluxo de água, com o objetivo de tentar aquecê-la ao máximo. Embora seja uma atitude natural, ela proporciona alguns riscos para o chuveiro.

Quando temos esse tipo de atitude, uma quantidade menor de água passa pela resistência, que força seu funcionamento, elevando o desgaste. Isso quer dizer que haverá menos água para absorver a energia térmica. Com o passar do tempo, devido a esse esforço exagerado, a resistência tende a se derreter e até mesmo arrebentar dentro do chuveiro elétrico. 

Além de toda essa situação, é normal que muitas pessoas optem por reaproveitar a resistência que já está com problemas, ao invés de trocar por uma peça nova. Isso é extremamente perigoso e pode acabar causando um dano geral ao aparelho e grandes chances de curto circuito.

 

Sua cidade também pode ser a culpada!


Calma, não precisa ir reclamar que a culpa é da sua cidade, a gente explica! Em algumas regiões do Brasil, o inverno costuma ser extremamente úmido e, principalmente em ambientes como os banheiros, o índice de umidade também tende a aumentar.

Essa situação pode levar a problemas maiores, como, por exemplo, fazendo com que os fios entrem em curto e peguem fogo, em situações mais extremas. Por isso, o cuidado deve ser redobrado nesse tipo de empecilho.

 

O que fazer para que o chuveiro não queime?


Essa é uma dúvida muito comum e, como estamos em pleno inverno, ela tende a surgir ainda mais. Por isso, algumas dicas são essenciais e podem te ajudar:

- Use a opção "inverno" com sabedoria. Caso, mesmo no inverno, tenham alguns dias mais quentes, mude o chuveiro para a opção "verão". Além de consumir menos energia, isso também irá forçar menos a resistência;

- Nada de abrir pouco o chuveiro! Abra o registro normalmente e deixe o fluxo de água ser contínuo, pois isso auxilia a resistência ficar totalmente imersa na água;

- Verifique se há algum fio derretido ou emendado, pois isso pode levar ao superaquecimento do sistema;

- Evite banhos muito longos. 

Mas, se mesmo com todos esses cuidados você ainda tiver problemas com resistências e chuveiros queimados, dê uma passada no departamento de banheiro da Ferramentas Kennedy aqui em nosso site que teremos tudo para ajudar você a solucionar o seu problema. Acesse e aproveite!


Responsável por fazer o projeto acontecer, o mestre de obras é quem dá vida em cada processo


Você provavelmente já ouviu falar sobre o mestre de obras, certo? É comum muita gente achar que esse profissional é o mesmo que um engenheiro, mas são funções bem diferentes.

O mestre de obras é responsável por uma boa comunicação, fiscalização dos materiais e organização do cronograma de entregas de cada etapa da obra e muito mais. De forma resumida, ele é praticamente o líder da obra e, por isso, recebe o nome de "mestre de obras".
 

Mas, quais as funções de um mestre de obras?


Como falamos anteriormente, esse profissional atua como um gestor na edificação de casas, prédios comerciais e residenciais e todo tipo de empreendimento. Ele é o responsável por acompanhar construções e reformas do início ao fim do projeto, e deve estar sempre em contato com diversos públicos para desempenhar sua função com maestria. 

Podemos citar algumas das funções mais importantes. São elas:

- Organizar a equipe e distribuir as tarefas de acordo com a habilidade de cada funcionário.

- Analisar toda a construção do projeto junto aos engenheiros e arquitetos.

- Orientar a correta instalação do canteiro de obras, visando melhor organização do ambiente de trabalho;

- Conferir todos os materiais comprados, se estão de acordo com as devidas especificações.

- Garantir as normas de segurança no trabalho e garantir que toda a equipe faça o uso de equipamentos de proteção individual e que a obra tenha segurança coletiva.

- Evitar desperdícios de materiais e garantir que haja sempre a manutenção, limpeza e armazenamento de tudo que for utilizado na obra.

- Coordena o trabalho de encarregados, pedreiros, eletricistas e todos os profissionais envolvidos, além de manter seus superiores informados sobre o andamento do projeto.

Essas são algumas das principais funções que um mestre de obras executa. Porém, não é só isso.
 

Um solucionador de problemas


Além de todas as atividades que listamos anteriormente, o mestre de obras também deve ser encarado como o responsável por solucionar problemas durante todas as fases da construção ou reforma de um projeto.

Esses problemas podem ser de diferentes naturezas, desde conflitos entre membros da equipe até imperfeições em acabamentos.

Por conta dessa demanda, ele é praticamente o gestor de toda a obra e, por isso, o horário do fim de seu expediente costuma ser incerto.
 

Existe uma formação específica?


Como falamos no início do texto, é normal que muita gente confunda o mestre de obras com o engenheiro responsável. Entretanto, não há uma graduação específica para um mestre de obras. Geralmente, o requisito mínimo é ter o Ensino Médio Completo, boa experiência e conhecimento em Construção Civil, além de disponibilidade para viajar e CNH.

Porém, hoje em dia, já existem alguns cursos técnicos específicos para essa área e que podem contribuir muito para quem deseja assumir essa função. O SENAI, por exemplo, possui alguns cursos nessa área e como requisito a pessoa deve ter idade mínima de 18 anos, 6ª série do Nível Fundamental e experiência de ao menos 5 anos na Construção Civil.

Você é um mestre de obras ou deseja trabalhar como um? Saiba que aqui na Ferramentas Kennedy você tem um ambiente completo, com produtos, acessórios e ferramentas essenciais para tornar o trabalho na Construção Civil muito mais fácil e proveitoso. Acesse nosso site e saiba mais. 
 

Martelo, furadeira, chave de fenda: essas ferramentas todo mundo conhece. Mas você sabe o que é uma tupia?

Seja você um apaixonado por ferramentas mais casual ou um profissional que está o tempo todo lidando com instrumentos dos mais variados tipos, é praticamente impossível conhecer todos os tipos de ferramentas existentes no mercado. São tantos tipos, modelos e funções que mesmo quem está acostumado pode acabar se surpreendendo.

Na lista abaixo, o Blog da FK selecionou 5 ferramentas que a maioria das pessoas jamais sequer ouviu falar. Confira:

Tupia

Existem diversas ferramentas diferentes utilizadas na marcenaria para cortar e dar acabamento às peças. Uma destas é a Tupia, uma ferramenta elétrica que é muito usada para dar acabamento a objetos de madeira. Com ela, o marceneiro pode realizar ranhuras, entalhes e diversos outros detalhes.

Rosqueadeira

A rosqueadeira é uma ferramenta bastante específica, mas fundamental. Ela é utilizada na construção civil, principalmente durante a instalação da tubulação de um sistema hidráulico, por exemplo. Os tubos desses sistemas devem ser cortados em tamanhos específicos. A rosqueadeira produz as roscas necessárias para o encaixe desses tubos.

Coladeira de bordas

A coladeira de borda é uma máquina capaz de fazer o acabamento completo de chapas, colando, aparando, raspando e dando o polimento necessário. É, assim como a tupia, uma máquina indicada para trabalhos em marcenaria.

Amarradora de vergalhão

Para compor a armadura de vigas e pilares, é preciso juntar e amarrar os vergalhões. Esse serviço pode dar bastante trabalho se for feito manualmente. Por isso, uma amarradora de vergalhão é uma máquina que torna muito mais prática a vida neste tipo específico de execução.

Catraca

Apertar e desapertar parafusos é parte fundamental da rotina de diversos profissionais. Por isso, contar com uma ferramenta que agilize e facilite esse processo é muito importante. Uma chave de catraca gira um parafuso sem que a ferramenta precise ser constantemente movida, diminuindo muito o desgaste causado por ferramentas comuns.

E você, conhecia todas essas ferramentas? A Ferramentas Kennedy possui ferramentas dos mais variados tipos, comuns ou inusitadas, tudo para facilitar a sua vida. Navegue em nosso site e descubra mais!


Ferramentas magnéticas oferecem vantagens bastante úteis para o dia a dia. Confira

Se você já visitou lojas de ferramentas, já deve ter visto algumas peças com imãs em diversos setores, como chaves de fenda, chaves sextavadas, entre outras. Mas para que servem essas ferramentas imantadas?

Precisão e acesso

Chaves imantadas são úteis para garantir o acesso a lugares difíceis, nos quais seria difícil colocar um parafuso, por exemplo. Com o ímã, a ferramenta garante que o acessório ficará firme ao ser colocado ou retirado.

Além disso, ferramentas imantadas podem ser usadas também para coletar peças perdidas ou soltas. São ferramentas específicas, utilizadas na indústria para garantir um serviço completo. 

Flexibilidade

Uma das ferramentas imantadas mais úteis e curiosas do mercado é a Chave Flexível Imantada 1,6 Kg Tramontina. Seu cabo feito em aço mola é flexível, tornando o acesso a locais difíceis muito mais fácil. Sei ímã poderoso ajuda a fixar, retirar ou coletar peças, facilitando qualquer serviço.

A Ferramentas Kennedy possui diversas peças imantadas. Clique aqui e confira!


Ferramenta, que facilita a aplicação de torque em parafusos e porcas, surgiu no século 19

A chave inglesa é uma ferramenta presente em toda boa caixa de ferramentas. Mas você sabe por que ela é chamada assim? Veja abaixo algumas curiosidades sobre essa ferramenta versátil e muito útil:
Origem disputada
A origem da chave inglesa é disputada por vários inventores e países. O primeiro registro de uma chave de boca ajustável é de 1842. A invenção é creditada ao engenheiro inglês Richard Clyburn. 
Anos mais tarde, em 1885, outro inventor inglês, chamado Enoch Harris, recebeu a patente da chave inglesa que é a base das chaves que conhecemos hoje pelas melhorias que fez na ferramenta criada anteriormente.

A chave sueca

Nós conhecemos essa ferramenta como chave inglesa por causa dessa origem creditada a engenheiros ingleses, mas não é assim em todos os lugares. Em países como a Rússia, por exemplo, ela é conhecida como “chave sueca”. Isso por que, em 1891, o inventor sueco Johan Petter Johansson recebeu a patente por uma ferramenta com as mesmas características.

Modelos

A Ferramentas Kennedy oferece diversos modelos de chave inglesa (ou sueca!) para as mais variadas necessidades e bolsos. Clique aqui e confira!

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